Não poderia este dia passar ao lado e ficar com uma mensagem em branco. O dia em que completamos 29 meses de um grande e verdadeiro amor. Já se passaram 2 anos e 5 meses. Parece muito não é? Aos nossos olhos não, sabemos o que ainda virá. Talvez seja por isso.
dimanche 30 septembre 2012
samedi 29 septembre 2012
Ultimamente tem-me faltado as palavras sempre que venho a passar por cá. Talvez porque a rotina mudou e porque eu gosto de escrever com as estrelas sob mim. Talvez porque o sol esteja mais fraco na rua, mas mais forte em nós. Talvez por um milhão de coisas. Meramente sou apenas aqui mais uma alma dançante, serena e clarinha. Com asas. Asas grandes fortes e bem brancas. A descrever o que sinto. A descrever o que se passa nesta máquina. Esta máquina que não pára de trabalhar e que aumenta o seu ritmo a cada vez que te avista, a cada vez que te beija, a cada vez que te sente. Esta máquina que arrepia. Que dá calor, conforto e amor. Esta máquina que chamamos de coração. Na verdade não se descreve. Porque são coisas indescritíveis É um amor indescritível como uma chávena de café sem açúcar de manhã. Como quando a nossa música preferida passa no rádio, quando exaustos estamos a voltar da escola. Coisas especiais e únicas. Costumo chamar-lhes de essência. Funcionam como um incenso. Um incenso da alma e das nuvens.
samedi 22 septembre 2012
Basta um toque. Um dedo. Um beijo. Para que me arrepies. Para que me arrepies dos pés à raíz do cabelo e vice versa. Sentados. A observar o rio. A provocar arrepios. A fazer reviver o amor. A fazer com que as coisas más se espantem e as coisas boas se atraiam. A fazer com que a chama seja mais forte. A amar. A desejar. A arrepiar. Agora vou à janela, pedir que para esta noite, te traga até mim. Até ao meu intimo.
jeudi 20 septembre 2012
samedi 15 septembre 2012
Forever can be... Tão verdade. Odeio acordar, olhar para o lado e ver o teu lugar na cama vazio e frio, ainda à tua espera. Tenho saudades de acordar e ver-te a observar-me enquanto me acaricias. Tenho saudades de ir à varanda e deitar-me na nossa rede a contemplar as estrelas. E que apareças tu à porta, com as chávenas nas mãos. Com um leite quente e cheio de chocolate. Que te sentes ao meu lado, e que sem palavras, enquanto bebemos o leite, seja como se falássemos do amor.
jeudi 13 septembre 2012
Mais uma jornada fechada. Mais um capítulo passado. Mais um verão maravilhoso. Amor. Paixão. Serenidade. Calor. Praia. Muita praia. Água. Gelados. Por-do-sol. Brincadeiras. Amizade. Alguma das palavras que descrevem o meu verão, o nosso verão. Era terminada, recomeço de outra. E nem a distância destrói, o que foi construído durante 2 anos e meio. Muito tempo. Muitas cidades renasceram. Muitas se enterraram. Muitas ainda estão quebradas. Mas não deixa de ser o mundo em que o céu está sempre azul e o sol está sempre a iluminar, fazendo turnos com a lua. Uma casa quebra, um mundo inteiro não. Um "amor" qualquer quebra, o nosso não.
mercredi 12 septembre 2012
Felizmente ainda posso dizer que nem tudo são coisas más. E que existem coisas boas, positivas e com cheiro a flores, um cheiro matinal que chega com a brisa fresca, que me puxam. Coisas boas como a tua presença ao acordar simplesmente a acariciar a face. Coisas boas como os pássaros a cantar na nossa janela. Boas. Simplesmente boas. Serenas. Tocantes. Apaixonantes. Como os raios de sol, que ainda pouco aquecem a reflectirem-se na nossa cara. Serenas e Tocantes. Apaixonantes. Tocantes. Serenas. Pequenas, grandes coisas. Grandes, pequenas coisas. Coisas do amor. Coisas da paixão. Força. União. Lua. Estrelas. Sol. Brilho. Brisas. Beijos no nariz. Coisas grandes, coisas pequenas. Coisas cheias. Coisas vazias. Coisas únicas. Pequenas, grandes coisas. Serenas. Tocantes.
mardi 11 septembre 2012
Desilusões atrás de desilusões. Amizades falsas, atrás de amizades falsas. Amizades? que palavra. Falso, ser falso, não é ser amigo. Melhores amigos? mas que é isso? Já não sei o que é isso à tanto tempo. Talvez seja triste para alguns não saber o significado de tal palavra, para mim não é. Para mim até é bom. Porque amigos... aqueles amigos que estamos sempre à espera, não existem. Já é bom saber que tenho sempre uma mão para me apoiar, uma mão que não me vai desiludir. Uma mão que não vai cruzar os dedos. Prefiro estar longe, num mundo distante. Num outro planeta, a voltar a confiar nas pessoas.
vendredi 7 septembre 2012
"E se as cordas que me prendem desenlaçam. E um abraço da eternidade para nunca mais. E o céu despe-me a cor. Eu paro, odeio o amor. E as historia que vestem, o segundo em que tu cais ... Porque eu só quis que tu quisesses acordar. O que eu fiz foi para que tivesses um lugar. E se as rotas que se cruzam se apagam com a voz. E nós não conseguimos celebrar ou relembrar de querer cantar. E o olhar perde a intenção. Eu paro, quero a tua mão. E as quedas que curaram, a doença que é sonhar... Porque eu só quis que tu quisesses acordar. O que eu fiz foi para que tivesses um lugar. Porque eu só quis que tu quisesses acordar… E se as cordas que me prendem desenlaçam. E um abraço da eternidade para nunca mais…"
(Não se passa nada, apenas gostei da letra)
jeudi 6 septembre 2012
jeudi 30 août 2012
Mil memórias. Mil saudades. Completamos hoje 28 meses. 28 meses que um amor sincero. De uma felicidade extrema e de uma cumplicidade profunda. De beijos arrepiantes no pescoço e de observações do céu. Em que nas noites mais quentes as estrelas cintilam e as nuvens correm a buscar-te para junto a mim. A lua sorri, e eu espero ansiosamente pelo teu toque, na minha face. 28 meses de raios de sol a entrar pela janela, de manhãs a comer cereais com a mesma colher. 28 meses de partilhas e de construção. 28 meses de um inicio. de um mundo. de um pequeno grande amor. de nós.
dimanche 26 août 2012
Quando a nossa estrela brilha intensamente, tu vens com ela. Vejo-te a aparecer por entre as nuvens ainda meio desfocado, mas brilha o teu sorriso que vai de uma ponta à outra da cara. Apetece-me correr até a ti, até aos teus braços, mas tenho que ficar ali, na nossa varanda, à espera que tu me alcances. E agora aproximaste-te e acho que já consigo ver o brilho dos teus olhos. Chegaste mais rápido do que esperava, talvez porque sabes que os meus dias sem ti são tristes e vazios. As minhas noites são geladas e dolorosas. E não temos aquela luz que nos guia. Aquela luz que iluminava todo o escuro. Fazes-me falta, nunca partas, por favor.
dimanche 12 août 2012
É uma verdade... que te quero junto a mim todos os segundos possíveis. Os dias vão passando, e conforme decorrem, essa vontade e esse desejo aumentam. A serenidade que se apodera das almas mas não do coração acaba por ser confortante. O desejo de partilhar os lençóis contigo. A minha cama apertada. A minha mesinha de cabeceira para pousarmos os lenços. E os copos de água. Para meio da noite. O desejo de acordar com um pequeno almoço aos pés da cama e contigo ao meu lado a sorrir. Com os olhos focados nas sardas que se espalham ao longo das bochechas. E do nariz. Aquele que adoras beijar. Que estejas à espera que eu acorde. A vontade de vestir as tuas camisas. E passar rente à porta do nosso quarto enquanto trabalhas. Para te possuir. O desejo de te ter a partilhar tudo comigo. De te encher o nariz com espuma cada vez que lavamos a louça. E de resmungar contigo por não levantares o prato da mesa. Ou até por deixares a tampa da sanita levantada. Desejos que crescem. A cada dia que passa.
mercredi 8 août 2012
Lembranças. São elas que ocupam maior parte da cabeça, durante a noite. Sentada à janela, relembro. Não coisas normais, mas sim coisas especiais, fortes e fracas ao mesmo tempo. Frias e quentes. Escaldantes. Geladas. Poderosas. Essenciais. Especiais. Relembro o teu rosto. A curva do teu sorriso e cada dente teu. Relembro qual é que fica por cima de qual. Relembro a vivência que os teus olhos me transmitem e a serenidade que os teus beijos me dão. As tuas mãos fortes e gigantes sob as minhas a aquece-las, na noite fria em que estávamos junto ao mar. Em que eu deitei a minha cabeça no teu peito e suspirei profundamente. As tuas costas largas em que eu tantas vezes me apoiei para chegar ao teu pescoço e dar-lhe um beijo que subitamente causa arrepios. Tremores inesperados. Paixão quente. Amor ardente. Borboletas na barriga. Asas nas almas. Batimento do coração acelera. Lábios cruzam-se e mãos entrelaçam. O amor floresce. A lua sorri. As estrelas brilham. E a brisa canta. Para mim, para ti, para nós, para o nosso amor.
lundi 6 août 2012
Não sei se escrever para ti, ou para mim, ou para a lua, ou para os céus vai melhorar alguma coisa. Não sei se escrever sobre as mágoas vai melhorar. Por isso prefiro escrever para ti e para o que fazes de bem em mim. Quase tudo. Arriscaria até a dizer tudo. Mas não me vou atrever. Não vou esticar o infinito demais. Não vou abusar. Vou apenas aproveitar. Vim dar-te um beijo. Não é um beijo qualquer. É um beijo na testa. Um beijo de boa noite. Brilhante. Sereno. Essencial. Acalma as almas e floresce. Fortalece as asas. E torna o coração rosadinho assim que os meus lábios se encostam na tua testa. Quando se separam volta ao seu estado natural. Vermelho. Vermelho vivo. Como a base do nosso amor. Viva. Passar uma noite, sem estes segredos. Sem estas cumplicidades. Sem as estrelas. Não é uma noite. Adormecer sem ouvir a tua voz. Sem receber um beijo teu, não é uma noite.
vendredi 3 août 2012
Aquele momento em que tudo o que está cá dentro está uma confusão. E nem a nossa alma serena e dançante é capaz de tornar tudo estável. Aquele momento em que eu sinto que faço tudo por uma pessoa que não faz nada por mim. Ou quase nada. Aquele momento em que eu arrisco o meu futuro e mudo as minhas opções e acabo por ser mal retribuída. Aquele momento em que eu já espero qualquer coisa de qualquer pessoa para não me voltar a sentir desiludida... mas a desilusão torna a tomar conta de mim. Aquele momento que nem estar no teu colo com a tua mão a passar pelo meu rosto, levemente, faz a alma tornar-se clara para o resto a não ser para nós. Aquele momento que me torno mais fria com os restantes. Aquele momento em que percebo que já não existem pessoas como antes. Aquele momento em que me apercebo que perdi a melhor amiga da minha vida, já à algum tempo.
mercredi 1 août 2012
lundi 30 juillet 2012
Mais um mês passou e voltamos ao dia 30. Ao nosso dia 30. E já passaram 27 meses. São 27 meses, precisamente hoje, em que os nossos lábios se cruzaram e as mãos se entrelaçaram pela primeira vez. Quando os olhares se tornaram mais intensos. Relembro esse dia, como um grande dia. Dos melhores. Somos grandes, cada vez maiores. Somos fortes, cada vez mais fortes. Somos especiais, cada vez mais especiais. Somos um mundo, o nosso mundo. Que não gira. Quem gira é o sol em torno de nós. Porque somos grandes. Porque somos especiais. Porque a chuva não nos toca e o vento acalma. Porque formamos arco-íris. Porque temos o que maior parte das pessoas não tem. Um verdadeiro amor. E mesmo que algumas tenham, não é como o nosso... o nosso amor é diferente, é o nosso amor. Parabéns meu príncipe enorme, 2 anos e 3 meses juntos ♥ ♥ ♥ ♥
jeudi 26 juillet 2012
Mais um dia começa a nascer. O sol começa a crescer e a subir. Para novamente dar uma volta por nós. Para novamente nos acordar com os raios fortes e luminosos a bater nos nossos rostos ainda pouco despertos. Para nos dar um bom dia acompanhado com os pássaros a cantar na janela e o cheiro das flores a chegar com a brisa. Os lençóis mais no chão que em cima de nós. Começo a ficar com pele de galinha. A precisar da transferência de calor entre os corpos e as mãos entrelaçadas. A precisar do teu cheiro natural. E do teu beijo matinal. Doce. Doce e sereno. Como uma essência. A essência que nos acompanha durante todo o dia.
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